
Deslumbrada, viu passar um magnífico coche, puxado por quatro majestosos cavalos brancos. Percebeu imediatamente que se tratava do coche real. Esticou um pouco mais o pescoço, de forma a vislumbrar melhor o Rei e a Rainha. Nunca estivera tão perto deles como naquele momento, e o seu coração palpitava de entusiasmo. Porém, quem ia lá dentro não eram o Rei e a Rainha. O coche transportava apenas um jovem. Safira ficou hipnotizada por aquele olhar que fixava o horizonte. Soube desde logo que aquele só podia ser o Príncipe da Floresta. Tinha conhecimento de que se chamava Rafael e que fazia vinte anos no dia do Baile da Floresta. Nada mais sabia sobre ele e era a primeira vez que o via. Safira seguiu o coche com o olhar, até o perder de vista.
Não contou a ninguém que vira o Príncipe, nem mesmo ao pai, para quem não tinha segredos. A razão para o seu silêncio era aquele calorzinho no coração, ao relembrar os olhos negros de Rafael. Guardou para si aquela imagem e regressou a casa, esquecendo a flor no chão.
Não contou a ninguém que vira o Príncipe, nem mesmo ao pai, para quem não tinha segredos. A razão para o seu silêncio era aquele calorzinho no coração, ao relembrar os olhos negros de Rafael. Guardou para si aquela imagem e regressou a casa, esquecendo a flor no chão.
Olá minina, td bem?? cmo tens passado, e essas férias?
ResponderEliminarolha, só te queria dizer que estou a adorar ler os excertos do teu livro... continua que tens feito um belo trabalho!!!
beijokas grandes e fica bem!
boas férias
Olá! Também gostei deste excerto.Espero que continues a postar mais excertos da tua obra!=p Tens muito jeito para a escrita.
ResponderEliminarBeijinhos!!!!!!
O mais incrível é a seleção de palavras.
ResponderEliminarQuando leio, muitas vezes passo os olhos por algumas partes dos textos sem prestar atenção. Todavia, com os escritos da Borboleta é diferente: leio cada vocábulo com prazer.