quinta-feira, 30 de abril de 2009
"Não há estrelas no céu..." ou sim :)
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Finalista e tal...
Em Aveiro existe ordem na colocação das 5 primeiras insígneas:
1º País onde nasceu (Portugal)
2º Cidade ou local onde nasceu (Guimarães)
3º Universidade de Aveiro
4º Cidade de Aveiro
5º Associação Académica da Universidade de Aveiro
Além desses, no meu gabão: Biologia e Geologia, Atalaia - Vila Nova da Barquinha (terra do Renato), Vila de S. Pedro do Sul (terra da Araci, que conheci pessoalmente em Aveiro), Vitória de Guimarães, Aqui nasceu Portugal, Biologia e Geologia, Conde (a terra da Tibby) e Cidade de Seia (terra do meu Pedaço de Terra - afilhado)
2. Em Aveiro não usamos grelos ou coisas do género... para identificar o número de matrículas, usamos nós de marinheiro, na lapela do casaco:
- Nó de 1ª matrícula (em baixo) com as cores do curso: Azul e Rosa
- Nó de 2ª matrícula, verde
- Nó branco, de finalista
3. Na outra lapela do casaco, podemos dar asas à nossa imaginação:
De cima para baixo e da esquerda para a direita:
- O famoso broche da colher
- 250 anos da Cidade de Aveiro, 200 anos de Darwin, 150 anos de "A origem das espécies": para que a Biologia me acompanhe, mesmo não sendo o caminho que pretendo seguir
- Nó castanho, da antiga 3ª matrícula
- A minha imagem de marca: uma borboleta
- Pin do Winnie, oferecido pela mana
- Laço da SIDA
- Clube de Amigos da Rádio Santiago
- Portugal
- Dezena, para que Deus me acompanhe sempre
- Algarve, em homenagem à Carlinha :P
- Guimarães
- Castelo de Guimarães
- Biologia e Geologia
- Universidade de Aveiro
(...)
Continua...
sábado, 18 de abril de 2009
Prelúdio de "Lua e o Cavaleiro Negro"

Estavam numa das muitas salas subterrâneas, de pé. O Mestre com as mãos unidas em frente ao peito, de costas para o pupilo, e voltado para a lareira improvisada. O pupilo, muito mais novo que o seu Mestre, fixava o chão, numa postura de obediência, esperando ordens. Os dois tinham conversado muito nos últimos dias, e chegaram à conclusão de que estava na altura de avançar.
- Sentes-te capaz de cumprir as minhas ordens? – a sua voz era tão suave, quase um murmúrio, uma canção de embalar.
- Sim, Mestre.
Ouvia-se o crepitar da lenha que ardia, acompanhado de um pingue-pingue constante das gotas que caiam do tecto, em intervalos pouco espaçados.
- Não permitirei falhas. Estarei atento a cada passo teu. Um erro, e acabarei contigo. Entendido?
- Entendido, Mestre. – respondeu, com um arrepio a percorrer-lhe todo o corpo. Levou uma mão ao pescoço, passando os dedos pelo sinal de nascença, uma pequena saliência avermelhada.
Em momento algum, o Mestre se virou para encarar o seu pupilo. Na verdade, este último nunca tivera o prazer de conhecer os traços faciais do seu tutor. Noxifer usava uma máscara de gesso, moldada às suas feições, pintada de preto e com uma espécie de cicatriz vermelha, bem a meio da face esquerda.
- Espalha a destruição. E traz-me o coração dela numa bandeja.
Ouvindo isto, o mais novo vestiu a sua longa capa preta, colocou o capuz que lhe caiu sobre a face, ocultando-a, e partiu."
quarta-feira, 15 de abril de 2009
"Nove anos depois" (1º Capítulo)

Montada no seu cavalo predilecto, deixou que a velocidade desvanecesse os seus pensamentos. Sentiu-se parte da natureza, parte de todo aquele borrão de cores alegres: verde, azul, amarelo. Debruçou-se um pouco mais sobre a sua montada, segurando as rédeas com firmeza, e fechou os olhos, saboreando cada odor e cada ruído que o ar trazia até si.
- Vamos, Vampiro! Tu consegues mais do que isto. – sussurrou ao ouvido do animal, incitando-o a aumentar a velocidade. O belo cavalo pareceu compreender e obedeceu, provocando uma sensação de vertigem em Lua.
Mantendo ainda as rédeas bem presas com as duas mãos, endireitou as costas, sempre de olhos fechados. Deixava que Vampiro a guiasse. Confiava nele.
Então, num acto que era um misto de coragem e loucura, abriu os braços, como se abraçasse o vento, deixando-se levar. Inclinou a cabeça para trás e esboçou um sorriso quase imperceptível.
O castelo ficara para trás e parecia minúsculo àquela distância. Da varanda do seu quarto, sempre apreciara os extensos campos relvados, e sonhara corrê-los de uma ponta a outra, sentir-se livre e respirar o ar puro. E, finalmente, o seu sonho de criança tornara-se realidade.
Era o dia do seu décimo oitavo aniversário e ao contrário do que acontecia na sua infância, era dona do seu nariz e o seu pai não tinha mais mão sobre si.
Os últimos anos revelaram-se horrivelmente solitários. Sem o seu avô paterno, Guidion e Renato, a vida no castelo era invariavelmente monótona, silenciosa e aborrecida. Os dias arrastavam-se lentamente, sem qualquer interesse e emoção. E os avós paternos haviam deixado o mundo dos vivos recentemente. Restavam ela e o pai. Um castelo enorme, onde trabalhavam dezenas de empregados, e apenas duas pessoas restavam para usufruir de tudo isso.
Rafael era agora o Rei da Floresta Dourada. Com quase sessenta anos estava velho, mas ainda eram visíveis alguns dos traços do homem bonito que fora em tempos. Continuava elegante, mas o rosto estava muito marcado pelos anos sofridos. O seu cabelo adquirira uma cor prateada e as suas mãos apresentavam veias salientes. Era um velho.A relação de Lua com o pai melhorara um pouco com o passar do tempo. Não havia espaço para grande intimidade, mas havia respeito...."
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Colegas de trabalho :P
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Balanço mais que positivo!!!

quarta-feira, 8 de abril de 2009
"Because You Loved Me" (Celine Dion)
Acho que a letra diz tudo... por tudo o que fazes por mim: para ti meu anjo :)
Amo-te...
quinta-feira, 2 de abril de 2009
2ª Apresentação de "Lua - A Princesa da Floresta Dourada"
A apresentação do meu livro foi ontem e correu mesmo muito bem... éramos pouquitos, mas bons (vá, tirando uma "coisa" ou outra (tururururururu...) Pronto, o que quis dizer foi: 99% éramos bons!!! - pessoal do curso, na maioria, e até gente de fora, como os pais e tios do Renato)
Como ia dizendo, a apresentação do livro foi um espectáculo, mesmo! O mesmo powerpoint apresentado pelo Sr. Vitor em Guimarães... mas desta vez uma verdadeira apresentação do meu livro, feita pelo Renato. Pelo meio algumas gargalhadas e tal (tipo - "... as plantas que andavam por lá...") mas o momento da apresentação foi mesmo a actuação da TUA... apareceram 21 tunos (eu contava com 10!!!), cantaram "Barco de Aveiro", uma música bem calminha... depois, os tão afamados "Caracóis" (fui para o palco com eles e tudo... toda encavacada, afinal o Passarinho estava a cantar para mim!) e terminaram com "Amor à beira-mar", uma música bem ritmada.
A Carla, que de vez em quando até pensa (:P), fez um pedido especial para mim: pediu ao Corvo que cantasse a "Malaguenha"... e pronto, foi o desvario... foi ouvir a Daniela aos "gritos" e a minha irmã a babar-se com o Corvo a mexer o "rabinho"! Mas que ele canta muito bem, lá isso canta... e quando eu pensava que tinha ficado por ali, eis que o Passarinho resolve fazer um solo muito interessante: cantou a "Pedra Filosofal"... mas de uma maneira estranha! A cada verso, o homem imitava um animal diferente!!! Eu ia rebolando a rir, o João até roncou!!! Toda a gente adorou, simplesmente... foi a melhor actuação da TUA a que já assisti... claro que sou suspeita, afinal estavam a actuar para mim! Eles foram mesmo excelentes...
Agora, é só esperar que o livro venda...
Obrigada a todos os presentes, é muito importante sentir a presença dos amigos nestas ocasiões.
Espero dar notícias em breve...
A autora: Anabela Lopes (esta é pra vocês, gajas :P)
P.S.1 Aí têm o vídeo do Corvo... ouve-se muito bem a Daniela :D
P.S. 2 Em princípio, na próxima 5ª feira, sai uma entrevista minha no Diário de Aveiro :P