quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Marcha Gualteriana

Mais uma vez, a tradição saiu à rua... este ano, as Gualterianas tiveram uma "novidade": nada de barracas cheias de colares, brincos e todas aquelas coisas coloridas de que as gajas gostam... mas pronto, a marcha saiu, e não desiludiu, como sempre... e este ano, a marcha teve um "sabor" especial: tive a companhia do Renato, que gostou muito da festa cá da terrinha :P Além de que ter dormido cá em casa foi um grande passo, especialmente porque o meu pai aceitou "na boa" (logicamente, dormimos em quartos separados :P)... (e não sei porque esta parte ficou sublinhada, mas também não consigo tirar :S)
Aqui ficam algumas fotos:




Em cima e em baixo: carro "Guimarães"

Em cima: carro "Violência"; em baixo: carro "Crianças"


Em cima: carro "Jogos Olímpicos e Euro 2008"
Em cima e em baixo: carro "Circo"

Em cima: carro "100 anos Asociação Familiar Vimarenense"


Em cima e em baixo: carro "Maio 68" (relativamente a uma manifestação que ocorreu em França)
Em cima: carro "400 anos Padre António Vieira"
E finalmente, em cima e em baixo: carro "Vitória" (claro!)

E pronto, espero que tenham gostado :D






Fotos das férias :D


À partida de Aveiro: Ana Catarina, Su, Sandra e Tibby


O autocarro Aveiro-Lisboa

As malas, à chegada a Lisboa


Su e Tibby, durante o almoço em Lisboa


O nosso "amigo" António Calvário


Já em Portimão... o nosso primeiro gelado (delicioso)

Ana (amiga da Carla) e mãe da Carla
Reunião antes de nos deitarmos: Tibby, Su, Sandra, Ana Catarina, Bela (eu) e Renato

Tibby... apanhada em flagrante :P e Sandra, em baixo


A praia da Rocha


:)


Maluquices...


Ouvi dizer que é grave...


... e pega-se muito facilmente :P (Su)


Tibby e Ana Catarina


Um passeio pela praia... eu, Tibby e Ana Catarina


Rodrigo, filho da Ana e do Rafael


Fofinha, a cadelinha dos tios da Carla (e o tio Júlio ao canto)


Eu bem dizia que não gostava da praia do Vau... o limo pega-se ao rabo :P


Miss praia do Vau


Após mais um dia de praia: Tibby, Sandra, Su e eu(à frente); Ana Catarina, Xana e Renato (atrás)


Um antigo navio pirata


A noite em Portimão: Sandra, Su, Tibby, Renato e eu

Mário, Andreia, Rafael, Ana e Milene

Xana e eu

Pois...

Algo que nunca tinhamos visto... um cão a passear outro cão :D

E porque a Carla se esconde sempre atrás da câmara...aqui está a vingança :P Não é todos os dias que vemos a Carla nestes trajes... e fica gira, digam lá!

De regresso de Portimão, e com destino a Vila Nova da Barquinha... e com o meu novo tereré :P
Já na terra do Renato (ou perto)...

A Quinta da Cardiga...

E cá está, a casa da Barbie!!! (já agora, a casa era cor-de-rosa)

E pronto, acabou...espero que tenham gostado... eu gostei :P Para o ano há mais!

terça-feira, 5 de agosto de 2008

De volta!!!

Vamos a ver se é desta…
Pessoal, cá estou eu de volta, após umas férias em boa companhia. Já cá estou desde Sábado, mas estava complicado arranjar tempo para fazer isto… com a ajuda das “gajas” lá consegui fazer uma compilação dos melhores momentos destas férias…
(Aventuras de Bela (eu), Renato, Carla, Tibby, Su, Sandra, Xana e Ana Catarina)
Dia 24, 5ª Feira
Partimos de Aveiro pouco depois das 09:15h, num autocarro todo chique, com micro-ondas e tudo. Ar condicionado, acentos em pele, muito confortável… não fosse a condução à maluca do condutor, e a viagem teria sido perfeita. Fizemos uma paragem em Lisboa, onde almoçamos sentados no chão, com as pombas a fazer-nos companhia. Às 14:00h entramos no autocarro para Portimão, e nada pior que aquele autocarro: sem ar condicionado, acentos em pêlo, sem as mínimas condições necessárias para sobrevivência :P
Nesta segunda parte da viagem, tivemos a companhia do Sr. António Calvário :D Ele entra, a gente ri-se, a gente comenta, a gente cochicha, a gente cala-se… sempre muito discretos.
Íamos morrendo esturricados, principalmente quando atravessamos o Alentejo… aliás, o meu cérebro atrofiou mesmo, pois quando alguém falou no gelado Calipo, eu percebi eucalipto, e fiquei a pensar que as folhas de eucalipto eram refrescantes… enfim!!!
Chegamos a Portimão, não sem antes o Sr. António Calvário ter mandado vir com o motorista por não ter parado na área de serviço, o Renato lhe ter pedido um autógrafo (ao Calvário, claro) e o senhor nos ter desejado umas boas férias.
Mal a gente pôs o pé em terra, temos logo uma comitiva à nossa espera: a mãe da Carla, a quem temos muito a agradecer, pela forma como nos recebeu e por tudo o que nos deu e fez por nós; a tia da Carla, que igualmente nos recebeu muito bem; o Rafael e a Ana, amigos da Carla, e o seu filhote Rodrigo; o irmão da Carla (Mário) e a namorada (Andreia). A todos eles, muito obrigado por nos terem recebido tão bem :D:D:D:D
Fomos conhecer a nossa casinha. Não era um hotel, mas deu muito bem para o efeito. E segundo a dona da casa “a vizinhança é boa, tirando os tiros e facadas”… E eu feita ursa ainda acreditei! Distribuímos os quartos, desfizemos as malas e toca a jantar que a fome aperta. (jantar oferecido pela mãe da Carla).
E claro que fomos conhecer a noite de Portimão… é escura como qualquer outra :P E nada melhor para começar as férias do que um gelado de vários sabores!
Não nos demoramos muito, pois no dia seguinte era necessário acordar cedo. E só quando chegamos a casa é que nos apercebemos de que o número da porta era o 69…
Fizemos ainda uma reunião para decidir almoços e jantares. Passava provavelmente das 2 quando nos fomos deitar, finalmente. Dormimos como pedras…
Dia 25, 6ª Feira
Lá nos levantamos, ensonados, tomamos o pequeno-almoço e toca a preparar-nos para o primeiro dia de praia. Ficamos fascinados com o Vai-Vem, parecíamos crianças a olhar para aqueles autocarros pequeninos. No Vai-Vem fomos “adoptados” por um casal de velhotes que nos perguntou de onde éramos… e acabamos a viagem com a velhota a cantar uma música do Porto para a Ana Catarina!
Bem, o escaldão foi quase geral (milagrosamente, não fiquei queimada!!!)
Foi um belo dia de praia, dividido entre a areia e o mar, e para quem está habituada às praias do Norte, a praia da Rocha é o paraíso!
À noite, jantamos em casa dos tios da Carla. Foi uma bela sardinhada! O tio Júlio é uma anedota, e a cadelinha deles é completamente passada da cabeça, mas muito gira e fofita!
Dia 26, Sábado
Eu e o Renato fizemos 1 ano e 5 meses de namoro :P
Bem, o dia começou mal, e acabou mal. A Xana chegou nesse dia, passamos a ser 8, mas a Carla enervou-se com o pai da Xana e deu tal confusão que culminou com a história dos “sapatos”… foi muito giro :P Felizmente, tudo se resolveu, mas primeiro que isso acontecesse!
Fomos tarde para a praia, mas ainda deu tempo para um banhito no mar, antes do almoço no Mac. À tarde fomos para a praia do Vau, da qual eu não gostei :P Tinha muito limo! Além de que a água estava mais fria. E, Diana (prima), esta é para ti: o Francisco Corte-Real e o Daniel Cardoso passaram a 1 metro mim, toma toma :P
Neste o dia, o ambiente começou a ficar pesado, e as férias deixaram de ter piada. Tudo por causa dos mal entendidos, que agora não interessam para o caso… queria apenas aproveitar para pedir desculpa à Carla e às outras (:P), por ter tirado conclusões precipitadas…
À noite, fomos à Rocha, e foi aí que o grupo de dividiu a meio, estupidamente…
Dia 27, Domingo
Almoçamos em casa da Carla: lulas recheadas e que estavam muito boas! A seguir ao almoço, fomos até à praia (eu, Renato, Xana e Ana Catarina)… os restantes ficaram em casa da Carla…
Não foi o melhor dia de praia, pois a água continuava fria e o vento era intenso. Aproveitamos para dar um passeio à beira-mar… Jantamos os 4 sozinhos, saímos sozinhos… Ao fim da noite, tínhamos decidido, os 4, que iríamos embora na 3ª de manhã, um dia antes que o previsto. Já não aguentava o ambiente tenso que se sentia…
Dia 28, 2ª Feira
Compramos os bilhetes de manhã cedo, fomos para a praia mais cedo que as outras 4… ou melhor, eu, a Xana e a Ana Catarina fomos para a praia mais cedo, porque o Renato ficou a dormir!
O Renato chegou à hora do almoço com novidades: tinha falado com a Carla, Tibby, Su e Sandra… e foi preciso chorar baba e ranho e o Renato ter apanhado um escaldão, para a minha mioleira perceber que estava a estragar as férias desnecessariamente, porque nada era como eu pensava…
Passei o resto do dia em silêncio, porque aquele assunto já tinha dado o que tinha a dar, e ao fim da tarde tudo se resolveu, pelo menos por minha parte… a última coisa que queria era vir embora chateada com pessoas que eu considerava minhas amigas e que realmente o são! Acabamos (eu e o Renato) por pedir que nos mudassem o bilhete para 4ª e assim passarmos um dia mais com as “gajas”.
O jantar correu bem, estava muito bom! (ervilhas com ovos escalfados, nham-nham). E encontrei um novo vício: Buzz!!! Passamos o serão a jogar :P Tudo estava bem, e eu sentia-me novamente feliz!
Dia 29, 3ª Feira
A Xana e a Ana Catarina acabaram por ir embora neste dia. O resto do pessoal passou o dia juntos… ficamos por perto de casa, a ver lojas e a gastar os últimos trocos que me sobravam :P Almoçamos umas baguetes deliciosas e depois fomos ver a Carla experimentar o vestido para o casamento da Ana e do Rafael. Foi um momento para a posteridade, não foi, meninas?
Foi um dia bem passado, na galhofa, a jogar Buzz, mais uma vez, e com um jantar novamente delicioso!
A Andreia fez-me um tereré e eu fiquei toda contente, tipo os putos :P
Quando me fui deitar, estava com muita pena de me ir embora na manhã seguinte… mas tinha de ser…
Dia 30, 4ª Feira
Eu e o Renato estávamos de malas aviadas… tomamos o pequeno-almoço todos juntos, tipo pequeno-almoço de despedida (LOL) e lá nos fomos embora…
Rumo até Vila Nova da Barquinha, a terra do Renato… chegamos lá a meio da tarde. Fomos petiscar um caracóis, (com a mãe do Renato), coisa que não se vê cá por cima, e que estranhamente eu gosto!
Tenho também de agradecer à família do Renato, por me receberem sempre tão bem :D
À noite fomos dar um giro até Torres Novas. Eu ia toda contente, a pensar que ia beber um chocolate quente, mas o raio do bar já estava fechado… pronto, lá me consolei com o Magnun…
Dia 31, 5ª Feira
Mais um dia pela terrinha do Renato, a conhecer sítios giros, como a Quinta da Cardiga ou a casa da Barbie! Sim, eu vi uma casa que tinha um azulejo, a dizer: “Casa da Barbie”!!!
Conheci a priminha dele que deve ter uns 3 mesinhos e que é muito pequenina!!! Tão fofa!
Dia 1, 6ª Feira
Fomos para Aveiro, onde passamos um dia de… preguiça!!! Sem fazer nada! Quero dizer, eu ainda fiz: fiz o jantar! Depois fomos ver o Batman… recomenda-se, está muito porreiro… principalmente o Joker…
Dia 2, Sábado
De volta!!!
Apesar do que se passou, foram umas férias muito porreiras, e temos de repetir, desta vez sem confusões nem “diz que disse”… aprendi a lição e não me apetece perder amigas que realmente têm consideração por mim, ao contrário do que pensava…
Obrigada por tudo a todos…

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Fui de férias!!!


Pessoal, é só pra avisar que vou deixar de dar notícias... até dia 2 de Agosto :D

Desejo a todos umas boas férias!!!

Até...

***

terça-feira, 22 de julho de 2008

Família Lopes...

E quando o sol tarda em aparecer e não dá pra apanharmos um belo escaldão (coisa a que o meu corpo é muito propício, diga-se!)... gastamos um pouco da bateria da máquina fotográfica :D

Pois...


A pirralha...

Sem comentários...

BJ ****

1ª Parte do 6º Capítulo "Uma notícia inesperada"


Nesse dia, acordou antes que Rossana aparecesse. Sentia-se inquieta, devido à fantástica tarde que por certo se aproximava. Esperava que o avô fizesse o chocolate quente de que tanto gostava. Até podia ser que os Reis quisessem lanchar com eles. Com certeza, seria uma tarde divertida.
Levantou-se da cama, puxou as cortinas para o lado e saiu para a varanda. O sol começava a brilhar, anunciando mais um dia quente e bonito.
Sabia-lhe tão bem, o sol da manhã a iluminar a sua face e o vento fraco a revoltear os seus cabelos. Tinha ainda na mão o seu peluche favorito. Dormia toda a noite agarrada a ele, nunca o largava. Pertencera à mãe e fora o avô quem lho dera. Era um urso castanho, sem uma orelha e com o pêlo já gasto. Tinha um olhar triste, mas Lua adorava-o.
Admirou a paisagem. O seu quarto estava voltado para um dos jardins laterais. Havia árvores de fruto onde cresciam laranjas, maçãs, limões; e havia também árvores decorativas, de todas as cores, feitios e tamanhos, cada uma mais alta que a outra. Uma delas era até mais alta que a varanda do quarto de Lua.
Lá em baixo, podiam ver-se alguns canteiros de flores de muitas cores. Era naquele lado do castelo que o rio passava, portanto Lua tinha por companhia uma bela melodia: o rio que corria sem parar, as árvores que balouçavam ao sabor do vento, os pássaros que cantavam no parapeito. Era das poucas coisas de que gostava naquele castelo: o seu quarto e a vista da sua varanda. E claro, os grandes terrenos que se estendiam até ao horizonte.
Ao longe podia ver também os campos verdejantes onde no dia anterior cavalgara no seu pónei.
Voltou para dentro exactamente no momento em que Rossana, a criada bonita e elegante, batia à porta e entrava, para acordar a menina e certificar-se que esta tomava o banho matinal. Não foi preciso dizer nada, pois Lua correu para a casa-de-banho, depois de ter largado o peluche em cima da cama.
Rossana esperou que a menina saísse. Ficou uma vez mais a olhar a fotografia que estava ao lado da cama. Quem quer que estivesse naquela moldura, parecia-se demasiado com Lua. Tinha um ligeiro palpite de que se tratava de Safira. Nunca chegara a conhecê-la pois trabalhava no castelo há apenas um ano, altura em que a Princesa deixou de estar aos cuidados de uma ama. No castelo não havia fotografias de Safira. Rossana pouco sabia sobre a mãe de Lua. Apenas que morrera durante o parto e que tinha um feitio extremamente parecido com o da filha. Safira era assunto tabu no castelo e a empregada não queria fazer perguntas, com medo de que Rafael a despedisse.
Puxou os lençóis da cama para trás, para que assim pudesse arejar. Uma ou duas horas depois, uma outra empregada arrumaria o quarto.
Nessa manhã, Lua estava incrivelmente rápida. Apareceu com uma toalha enrolada na cabeça, cobrindo-lhe os cabelos, e com o já habitual perfume a rosas. Apressou-se a vestir a roupa desse dia: um vestido azul celeste, com roda. A menina parecia uma verdadeira Princesa dos contos de fadas, que os nossos pais nos contavam quando éramos crianças. Deixou que Rossana lhe penteasse os cabelos e os secasse. Calçou os sapatos de verniz azuis, a condizer com o vestido e colocou uma fita no cabelo, da mesma cor. Lua estava linda, o seu cabelo muito liso, preto como a noite, os seus olhos verdes e enormes, o seu corpo franzino no vestido de Princesa. A menina queria estar bonita para visitar o avô. além de que era um dia muito importante: pela primeira vez, andaria de coche. Nunca, em seis anos de vida, Lua alguma vez saíra com o pai ou os avós. Sabia qual o caminho para a casa do avô, pois todas as semanas um empregado levava uma caixa com alguns dos frutos que eram colhidos nos pomares do castelo ao velho lenhador, e um dia Lua insistira em ir com ele. E desde esse dia, a menina escapulia-se no mínimo duas vezes por semana para visitar o avô, já que o avô raramente aparecia no castelo.
Quando chegou à sala onde o pequeno-almoço era servido todos os dias, já os avós e o pai lá estavam. Ao que parecia, também eles se tinham levantado mais cedo naquela manhã.
Deu os bons dias e sentou-se. Foi então que reparou em Rafael e nos Reis, e percebeu que os três a olhavam com uma expressão séria. Os avós não tinham aquele olhar bondoso de todos os dias. E o pai não tinha o ar severo de sempre. Parecia até preocupado.
- Porque estão assim? - acabou por perguntar.
Foi Rafael quem respondeu.
- Quando acabares o pequeno-almoço, falamos. - foram as únicas palavras que obteve como resposta.
Lua ficou muito preocupada e teve medo que o pai a proibisse de ir à Floresta Dourada nessa tarde. Tomou o seu leite a correr, mas de nada lhe serviu, já que o pai e os avós ainda não tinham acabado. Esperou impaciente, enquanto brincava com as migalhas de pão. O tempo que teve de esperar pareceu-lhe uma eternidade, mas finalmente viu o pai pedir licença para se levantar. Levantou-se rapidamente e seguiu Rafael, sempre de perto.
Subiram as escadas e foi com enorme espanto que Lua constatou que se dirigiam para o quarto do pai. Há mais de dois anos que lá não entrava, quando o pai lhe gritara que o deixasse em paz.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

"Eutanásia: crime ou prova de amor?"


Bem...

Ontem cedi aos "caprichos" da TVI e vi o "Caso da vida". Claro que tive de me sujeitar a fazer zapping, esperando que o raio do programa começasse e quase desesperei com os "curtos" intervalos de meia-hora. O tema de ontem era do meu interesse: Eutanásia. É um assunto sobre o qual ainda não tenho opinião formada, nem mesmo depois de ver o "Caso da vida" de ontem. (Resumidamente, a história falava sobre um casal apaixonado, realizado e muito feliz. O rapaz tem um acidente e fica para sempre agarrado a uma cama, sem se poder mexer. Além de que está ligado a um ventilador e em breve entrará em coma. Perante este cenário, ele pede à esposa que o ajude a morrer.)

Acho que apenas poderia formar uma opinião concreta sobre este assunto se tivesse a infelicidade de passar por essa situação... porque quando me ponho a pensar nisto, pergunto-me até que ponto a eutanásia não é um suicídio por parte de quem a pede, e um homicídio por parte de quem a "dá"... é um tema que me faz bastante confusão, e que me deixa incomodada, porque não sou contra nem a favor. Se por um lado, se eu estivesse presa a uma cama, ligada a máquinas, em estado quase vegetativo, e estivesse a sofrer, acabar com o sofrimento é uma hipótese, por outro, a incerteza do que há para além desta vida deixa-me de pé atrás...

E se me pedissem ajuda para morrer? A grande questão neste "Caso da vida" é: crime ou prova de amor? Seria eu capaz de fazer uma coisa dessas, mesmo amando muito essa pessoa???

...

terça-feira, 15 de julho de 2008

Saudade...


O vento revolteava-lhe os cabelos, como que tentando chamar a sua atenção...

Mas ela estava distante...

Sentada no rochedo, vendo o sol pôr-se no horizonte e ouvindo o rebentar das ondas do mar, sentiu o seu coração cada vez mais apertado. Saudade! Sentimento inútil e definhante!

E ainda assim, um sentimento que mantém sempre presente na nossa mente quem mais amamos...

Ela atirou o cabelo para trás, com um suspiro. Ansiava o seu regresso, que por certo estaria para breve. E que no entanto parecia tão longe...

Sentiu um arrepio e encolheu-se, imaginando que ele a abraçava, que a apertava nos seus braços e lhe sussurrava palavras reconfortantes. Como sentia a falta daquele abraço!

Sorriu, para ninguém, recordando todos os bons momentos que já passara com ele...

O sol já desaparecera para lá do que os seus olhos permitiam ver, e surgiam as primeiras estrelas.

O vento voltou a envolvê-la, e ela podia jurar tê-lo ouvido murmurar "Amo-te"...

(Texto fictício)


Para ti...


"Pra sempre, por certo, meu amor és tu..." (Tim e Mariza «Fado do encontro»)

domingo, 13 de julho de 2008

Pedido...

Olá!!! Eu queria fazer um pedido às pessoas que por aqui passam e deixam os seus comentários: quando deixarem um comentário, por favor deixem o nome!!! É que houve alguém que comentou o último post, mas eu não sei quem foi, pois não tem identificação...e no post "Injustiças da vida..." há também um comentário sem identificação...será que me podem mandar mail ou um comentário com o vosso nome, só porque me faz confusão não saber quem escreveu para mim?
Obrigada...bjs...