domingo, 12 de outubro de 2008

Ora bem, quem me conhece pessoalmente, com certeza já me ouviu comentar o facto de que até há bem pouco tempo, o meu afilhado rosnava quando alguém lhe falava... vejam como evoluiu e o que faz ele agora quando alguém se mete com ele...

Pois é, agora o miudo dá-lhe pra bater na cabeça... mas, viram o sorriso dele? Ahah, está a ficar mais simpático :D

sábado, 11 de outubro de 2008

Mais praxe :D:D:D

As praxes continuam, sempre com novas surpresas, muitas gargalhadas e alguns gritos... desta vez quisemos pôr à prova a imaginação dos nossos Aluviões, e eis o resultado:

















(Penso que falta um dos ovos, acho que eliminei a foto sem querer... portanto, peço desculpa ao dono :P)

E como nós temos um especial carinho pelos nossos Aluviões, nada melhor que um excelente tratamento capilar:





(Só a título de curiosidade, a "nhanha" era constituída por café, ovos, farinha e óleo. Tudo dentro do prazo, tudo bem cheiroso e apesar do aspecto asqueroso, ninguém se queixou)

5ª feira, tivemos o nosso primeiro jantar de curso. Para um restaurante arranjado à pressa, até nem correu mal. A comida, apesar de pouca, era boa, correu tudo bem... ou quase tudo... conseguimos reunir 47 pessoas à mesa, o que foi excelente. Mas a noite foi muito interessante... houve quem achasse que o jantar não tinha sido bem servido, então decidiu comer folhas de um arbusto... e guardanapos... e cabelo... sim, cabelo era sem dúvida o seu principal fetiche :S O que o alcoól fez ao rapaz!!!
E na Club 8? Vimos de tudo, desde mealheiros, a esfreganço entre um casal muito estranho... e ainda tivemos a felicidade de ver a senhora sentar-se na mesa e cair redonda no chão... Excelente! Foi um noite para recordar... BG em cima!!!

sábado, 4 de outubro de 2008

Memórias da minha infância... Onda Choc - Ele é o Rei

Recebi há uns dias um mail cujo título era "Se cresceste nos anos 90..." e em que um dos ítems era: "Ouvias as músicas dos Onda Choc e cantavas «Ele é o rei eieieiei...» Lembro-me que de facto adorava esta música e como recordar é viver... ***

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Praxes 2008... e paranóias de momentos :P

"Ouve lá! Parto-te a cara toda!"


... ... ... Pois ... ... ...


Weeeeeeeeee!!!


Traição!!! :D (pormenor da perna do Renato enrolada na Tibby)

Em baixo, os vídeos dos Teletubies e das p**** muito bem protagonizados pelos aluviões de BG

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Coisas...

Após uns dias de descanso, cá estou novamente :D Venho aqui deixar a "marca" do jantar de aniversário no Japonês, que foi muito interessante!!! 1º porque na última vez que lá fui, o prato mais caro devia custar uns 7,5€...e desta vez, o mais barato custava isso mesmo. Então, foi tudo corrido a massa japonesa com galinha... e até que ninguém se queixou :D Eu comi o meu e o que sobrou da Rita, e que bem que me soube. Depois, à saída, houve quem achasse que tanto dinheiro tinha de ter uma recompensa (e claro que não é meia dúzia de rebuçados que o senhor japonês nos ofereceu que nos vais satisfazer), então toca a meter no bolso o que havia à mão, desde pauzinhos a tacinhas :P Depois: sobremesa no Mac, que sempre é mais barato. Terminamos a noite onde? No Galitos, claro! A jogar Party & Company :D



Aqui ficam algumas fotos do jantar...



A Carla a experimentar o paninho molhado em água quente (diz que estava a abrir os poros)


A Carla a comer massa japonesa com os pauzinhos




A Daniela e a Patrícia...




O Renato do lado esquerdo (eu tou atrás dele, e como não conclusão, não apareço em nenhuma foto), a Su ao fundo, do lado direito, a Carla e a Sandra




O prato da Nélia e do Alejandro... é bonito, mas peixe cru?!? Não, obrigada :P




Mais coisas... hummm... bem, sou finalista, tenho menos de um ano pra me decidir qual o mestrado a tirar e ainda não cheguei a nenhuma conclusão... nem sequer sei que quero a área de bio ou de geo :S Mas vamos vendo... os nossos caloirinhos... bem, os nossos caloirinhos são muito bem mandados e fazem uma granada potente... eles atiram-se, literalmente, para o chão com um salto! Até se lesionam e tudo!


E entretanto as aulas começaram a sério, já há trabalhos para apresentar, cenas pra pesquisar, saídas de campo... ya, ser finalista é duro!!!


quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Parabéns para mim!!!


Pois é, um aninho mais velha, quase a entrar em depressão porque estou a ficar cota :P

Mas alegremo-nos irmãos, porque já posso ir aos States beber umas jolas e não ser presa! Sim, como se eu gostasse de beber! Portanto, para quê ficar mais velha se não me traz qualquer vantagem? Chiça, que as coisas nunca são como a gente quer:P

Mas pronto, àparte esses pequenos inconvenientes, a vida lá vai. As aulas começaram, a meio gás, os pés já se queixam (malditos sapatos do traje!), voltei a Aveiro (bendito seja), reencontrei a malta de que eu gosto tanto, fui ao quadro pela primeira vez desde que entrei na UA (yupiii), os aluviões parecem ter-se escondido (já agora, people de BG, a gaja do cabelo vermelho e semi-rapado é do nosso curso, e é anti-praxe! Que pena!)... mas, boas notícias, para o ano somos mestres e podemos usar rede verde!!!! YUPIII!!! (Comentário removido... já feriu susceptibilidades!)

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Informação...


Bem, pessoal, tenho uma informação a transmitir... a alguns não fará grande diferença, mas penso que outros ficarão um pouquinho "tristes" :P

Assim, de forma abrupta: vou deixar de postar excertos do livro "Lua". Ohhhhhhh!!!

Eu explico: o livro está quase terminado. Com sorte, acabo ainda no final desta semana. E após uns 3 "livros" (muito imaturos, confesso, tendo em conta que foram escritos numa altura em que eu própria ainda nem tinha persoalidade definida :P Mas um deles - Borboleta - é para "remendar", assim que a triologia de Lua estiver completa) na gaveta, chegou a altura de tentar ganhar asas e voar! Vou tentar a minha sorte no mundo dos autores. Sei que não será nada, mesmo nada, fácil. Como vi na página inicial de uma editora e que eu concordo plenamente: chegamos a um ponto em que o mercado etá fechado a novos autores, mantendo-se aberto a autores-actores/futebolistas/apresentador tv/cantor. É o que eu venho dizendo, hoje em dia não é preciso talento para se escrever um livro, basta ser "famoso". Portanto, avizinha-se uma tarefa difícil :S Mas, nada como tentar, não é?

O livro já tem capa e contracapa, graças à Joana, a quem agradeço imenso o apoio que me deu desde o inicio. Os desenhos dela estão lindos :D

A história também já tem o tema central, que caso não se tenham apercebido, daquilo que já está no blog, a história não tem uma trama, um objectivo definido... por exemplo, qual o "objectivo" de Harry Potter? Destruir Voldemort! E o objectivo de "O senhor dos Anéis"? Destruir o anel! Lua ainda não tinhaum objectivo e finalmente já tem... mas não digo!!! :P

Pronto, era isto que eu tinha a dizer. A todos, muito obrigada pelo apoio e pelas críticas, e visitas e por aí fora... mas atenção, o blog vai continuar no activo, ok?

Bj... e desejem-me sorte ***

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Deolinda - "fon fon fon"

E esta? Sinceramente, acho que é do melhor que se faz em Portugal... pelo menos não parece plágio :P

Deolinda "Fado Toninho"

Olha que música tão gira!!!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

3ª Parte do 6º Capítulo "Uma notícia inesperada"


- Filha... - Rafael baixou o olhar, odiando ser ele o portador daquela notícia. Mas em algum momento da vida tinha de fazer o papel de pai e deixar toda a sua raiva que nutria pela filha de lado. - Como sabes, um dos nossos empregados vai todas as semanas levar fruta ao teu avô. E hoje, quando o empregado voltou, bem cedo, tinha uma notícia muito má para nos dar... - levantou-se e virou-se de costas, para que Lua não lhe visse as lágrimas.
O seu coração começou a bater com muita força, como nunca tinha batido antes. Quase podia ouvi-lo. Quis levantar-se do cadeirão, mas não foi capaz. O pai não precisava de acabar a frase, pois ela percebera tudo.
- O teu avô morreu, Lua. - continuava de costas e preparava-se para sair do quarto e deixar a filha sozinha, quando um grito atrás de si o paralisou.
- Foste tu! - voltou-se num instante e deparou-se com uma filha que não conhecia: uma expressão do mais puro ódio. Lua tinha conseguido levantar-se, com lágrimas a inundar-lhe os olhos e uma raiva tão grande a crescer-lhe no peito. Ela quase se sentia sufocar. Rafael pensou ter uma visão de um demónio vestido de anjo.
- O que disseste, Lua? - aproximou-se um pouco, só para a poder ver mais de perto e ter a certeza de que não era uma miragem e que era mesmo a sua filha quem a olhava daquela maneira.
- Foste tu que mataste o meu avô! Tu disseste que o matavas se o fosse visitar outra vez. E tu mataste. Tu mataste o meu avô! - começou dar murros nas pernas do pai, o local onde tinha mais fácil acesso, tendo em conta o seu tamanho. Rafael agarrou nos braços de Lua, de modo a fazê-la parar e baixou-se, para a poder olhar nos olhos. A expressão da menina suavizara-se um pouco, mas ainda havia muita raiva naquele olhar.
- Eu sei o que disse, mas não tencionava cumprí-lo, e não me passaria pela cabeça uma coisa dessas. Apenas queria que não voltasses a fugir. Não fui eu que matei o teu avô. Ele estava doente e morreu.
- Mentira! - gritou Lua. Rafael achava incrível como uma criança podia ter já tanta força e convicção. Ele achava que Lua nem sequer tinha noção do que era a morte. Como estava enganado! Apercebia-se agora que devido ao seu desprezo, a Princesa crescera demasiado depressa para uma menina daquela idade. - Eu sei que tu não gostas de mim porque pensas que fui eu que matei a minha mãe. E mataste o avô para te vingares. Agora eu também não gosto mais de ti! - deu esticão, libertando-se dos braços do pai e saiu a correr, sem olhar bem por onde ia.
Rafael ficou na mesma posição, apoiado no cadeirão, chorando. Só agora começava a conhecer a filha que criara e estava tão arrependido! E mais arrependido estava de ter ameaçado matar o avô, dois dias antes. Nunca tivera intenção de o fazer. Apenas se preocupara com o desaparecimento de Lua e cometera um terrível erro ao mostrar-se duro. Chorou por nunca ter dado valor à filha que também era da mulher que ainda amava. Por momentos conquistara-a, para depois a perder, quem sabe para sempre.
Saiu também a correr, na esperança de ainda encontrar Lua a virar a esquina, mas nada viu. Desceu ao piso de baixo, até à sala onde minutos antes tinham tomado o pequeno-almoço, ma apenas encontrou uma empregada a arrumar a mesa.
- Viste a minha filha? - perguntou de chofre e agarrando-a por um braço.
- Não, majestade. Ela voltou a fugir? - não obteve resposta, pois já Rafael ia longe. Subiu novamente as escadas e correu para o quarto de Lua. Bateu à porta, mas ninguém lhe respondeu. Entrou à mesma. O quarto estava vazio, já arrumado. Procurou também no quarto dos brinquedos e na casa-de-banho. Nada. Em passo sempre apressado saiu, fechou a porta e foi ao escritório dos pais. Duvidava que Lua lá estivesse, mas podia ser que os Reis soubessem do seu paradeiro. As lágrimas nos seus olhos já haviam secado e davam lugar agora a uma preocupação crescente. De todas as vezes em que Lua fugira era com o objectivo de visitar o avô. Mas agora que o avô não existia mais, para onde podia ter fugido a sua filha? O castelo era enorme, nem ele lhe conhecia todos os recantos. Sem contar com todos os pomares, jardins, campos e a Floresta. E os estábulos, a casa dos coches, a casa dos empregados... Tantos locais onde a sua filha se podia ter escondido.
Em menos de um minuto estava a bater à porta do escritório dos pais. Foi Paco quem abriu e Rafael nem lhe deu tempo de o anunciar, pois entrou de rompante.
- A Lua desapareceu! - os Reis assustaram-se com a entrada de Rafael e levantaram-se muito depressa.
- O que se passa, filho? - Rafael encostou-se à secretária, ofegante.
- A minha filha fugiu novamente e não sei onde procurá-la. - estava prestes a chorar novamente e teve de se esforçar para não o fazer.
- Fugiu? Tens a certeza? Não está no quarto? E já lhe contaste?- a Rainha passava a mão pelo cabelo do filho, tentando acalmá-lo. Não o viam assim desde a morte de Safira.
- Sim, mãe, a Lua fugiu, não está no quarto e já lhe contei que o avô morreu. Aliás foi por isso que ela fugiu. Acusa-me de ter sido eu a matá-lo.
O Rei olhou-o desconfiado.
- Por que razão ela pensaria isso?
- Não é isso que interessa agora. Ela saiu furiosa do meu quarto e temos de encontrá-la. Sabem como ela é impulsiva e tenho medo do que lhe possa acontecer.
- Então temos de mobilizar toda a gente. - declarou o Rei. - Paco, tu também nos ajudas. - o empregado acenou com a cabeça e saiu, escolhendo um corredor por onde começar a procurar. Os Reis e Rafael saíram também, procurando nos corredores mais próximos. Rafael desceu novamente ao piso inferior, até à cozinha, e gritou a toda a gente que parasse o que estava a fazer, ordenando-lhes que procurassem Lua. Todos se moveram de imediato, cada para seu lado, varrendo todos os recantos do castelo. Rossana era das pessoas mais preocupadas, pois a menina estava grande parte do dia ao seu encargo.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

2ª Parte do 6º Capítulo "Uma notícia inesperada"


Durante esse tempo, o quarto não mudara muito. Estava tal e qual como Lua o recordava: mal iluminado, as janelas fechados, a cama bem feita, com uma colcha dourada a cobri-la, o enorme cadeirão forrado a veludo perto da varanda e o pormenor de que Lua mais gostava: um enorme retrato da mãe na parede do fundo, tirado pouco antes de Safira engravidar. Quem a conhecia, dizia que os anos não haviam passado por ela, pois conservava ainda a beleza e o mistério de quando era ainda uma jovem rapariga.
- Senta-te. - pediu o pai, apontando para o cadeirão perto da varanda. Continuava com uma expressão preocupada e enquanto Lua ajeitava o vestido para se sentar, observou a filha com atenção, talvez pela primeira vez na sua vida. Quando a Princesa estava já bem instalada e de olhar expectante cravado no pai, Rafael sentou-se na sua cama. - A tua mãe costumava sentar-se aí todos os dias. E todas as noites. Passava horas a fio nesse cadeirão, a observar a paisagem. Principalmente quando estava grávida de ti.
O coração de Lua deu um salto. Era a primeira vez que o pai lhe falava da mãe. Quando uma vez lhe pedira que falasse da mãe, Rafael permaneceu em silêncio. E no entanto ali estava ele, sem que lhe tivesse pedido, a falar da mulher amada.
- O meu avô diz que a minha mãe era muito parecida comigo... – arriscou Lua.
- Sim, é verdade. A tua mãe era muito parecida contigo, e não estou apenas a falar no aspecto físico. Muitas vezes ages como Safira fazia. Tenho a certeza de que se dariam muito bem. - falava com o olhar distante, como se falasse sozinho e Lua chegou mesmo a duvidar se o pai se lembraria de que ela ainda lá estava. - E onde quer que ela esteja, há-de estar orgulhosa de ter dado à luz uma filha tão bonita.
Lua corou, embora agradada. Nunca pensara receber um elogio do pai. Estava a gostar de estar ali a conversar, sem medos nem pressões. No entanto, a intuição de Lua dizia-lhe que todos aqueles rodeios chegariam a algum lado. Ou estaria o pai apenas a tentar recuperar os anos perdidos. Talvez os avós tivessem falado com ele, como fizeram com ela no dia anterior. Talvez lhe tivessem dito que não devia tratar a filha com tanta aspereza.
- A propósito... - continuou Rafael, agora com um ligeiro sorriso nos lábios e olhando a filha. - Esse vestido fica-te muito bem. Assim pareces a verdadeira Princesa que és.
- O pai também é muito bonito. - afirmou, com a maior seriedade possível. Era o que realmente achava, que por detrás daquelas rugas e daquela raiva toda, o pai era um homem muito bonito.
Rafael riu com gosto, levantou-se e aproximou-se de Lua, mas não muito.
- Já não sou, mas agradeço o elogio. - aproximou-se um pouco mais e ajoelhou-se, para ficar à altura da Princesa. Pegou-lhe nas mãozinhas e a sua expressão tornou-se novamente séria. - O pai tem uma coisa para te contar. - os olhos de Lua pareciam ainda maiores, tal era a curiosidade. Rafael quase perdia a coragem de falar, pois a filha tinha os mesmos olhos da mãe e quase se martirizou por só nesse momento se ter apercebido disso. Sabia que tinham a mesma cor, mas nunca verificara que tinham o mesmo olhar, a mesma expressão, a mesma curiosidade e a mesma determinação.
- O que é? - tinha a voz a tremer, e nem percebia muito bem porquê. Sim, tudo aquilo era novidade para ela, mas tinha de manter a calma, afinal era bom o pai querer ser amigo dela.

Um ano e meio...


I Don't Wanna Miss A Thing (Tradução) - Aerosmith

- Adaptado -


"Eu poderia ficar acordada só para te ouvir respirar

Ver o teu sorriso enquanto dormes

Enquanto tu estás longe e sonhando

Eu poderia passar a minha vida inteira nessa doce rendição

Eu poderia perder-me neste momento para sempre

Todo o momento que eu passo contigo é um momento que eu valorizo

Não quero fechar os meus olhos

Não quero adormecer

Porque eu sentiria a tua falta

E eu não quero perder nada

Porque mesmo quando eu sonho contigo

O sonho mais doce nunca vai ser suficiente

E eu ainda sentiria a tua falta

E eu não quero perder nada


Deitada perto de ti, sentindo o teu coração bater

E imaginando o que tu estás sonhando

Imaginando se sou eu quem tu estás a ver

Então eu beijo os teus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos

Eu só quero ficar contigo

Neste momento para sempre, para todo o sempre

Não quero perder um sorriso

Não quero perder um beijo

Eu só quero ficar contigo

Aqui contigo, apenas assim

Eu só quero te abraçar forte

Sentir o teu coração perto do meu

E ficar aqui neste momento

Por todo o resto dos tempos"


Amo-te...

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Consegui!!!

Não, não é manipulação de fotos... é mesmo verdade! Consegui apanhar uma foto do Gonçalo a sorrir!!! Sim, estão desfocadas, mas é mesmo ele! Para vos provar que o puto consegue (raramente) ser simpático como a madrinha :P

E viva os noivos!!!



Ainda para a mesma cliente do vestidinho, este lindo casal fez as delícias cá por casa :D Não sei qual a finalidade destes caricatos noivos, mas a minha mãe e eu divertimo-nos imenso a fazer as roupinhas para os peluches. Estão tão giros!





Olha que coisa mais linda...

E porque as férias também servem para ganhar uns troquinhos (e não só para anhar), aqui fica o meu mais recente trabalho, do qual me orgulho muito :D É um vestido para uma menina levar as alianças... a minha mãe fez e eu decorei... tá giro, não está?