Recebi há uns dias um mail cujo título era "Se cresceste nos anos 90..." e em que um dos ítems era: "Ouvias as músicas dos Onda Choc e cantavas «Ele é o rei eieieiei...» Lembro-me que de facto adorava esta música e como recordar é viver... ***
sábado, 4 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Praxes 2008... e paranóias de momentos :P
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Coisas...
A Carla a comer massa japonesa com os pauzinhos
A Daniela e a Patrícia...
O Renato do lado esquerdo (eu tou atrás dele, e como não conclusão, não apareço em nenhuma foto), a Su ao fundo, do lado direito, a Carla e a Sandra
O prato da Nélia e do Alejandro... é bonito, mas peixe cru?!? Não, obrigada :P
Mais coisas... hummm... bem, sou finalista, tenho menos de um ano pra me decidir qual o mestrado a tirar e ainda não cheguei a nenhuma conclusão... nem sequer sei que quero a área de bio ou de geo :S Mas vamos vendo... os nossos caloirinhos... bem, os nossos caloirinhos são muito bem mandados e fazem uma granada potente... eles atiram-se, literalmente, para o chão com um salto! Até se lesionam e tudo!
E entretanto as aulas começaram a sério, já há trabalhos para apresentar, cenas pra pesquisar, saídas de campo... ya, ser finalista é duro!!!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Parabéns para mim!!!
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Informação...

terça-feira, 2 de setembro de 2008
Deolinda - "fon fon fon"
E esta? Sinceramente, acho que é do melhor que se faz em Portugal... pelo menos não parece plágio :P
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
3ª Parte do 6º Capítulo "Uma notícia inesperada"

O seu coração começou a bater com muita força, como nunca tinha batido antes. Quase podia ouvi-lo. Quis levantar-se do cadeirão, mas não foi capaz. O pai não precisava de acabar a frase, pois ela percebera tudo.
- O teu avô morreu, Lua. - continuava de costas e preparava-se para sair do quarto e deixar a filha sozinha, quando um grito atrás de si o paralisou.
- Foste tu! - voltou-se num instante e deparou-se com uma filha que não conhecia: uma expressão do mais puro ódio. Lua tinha conseguido levantar-se, com lágrimas a inundar-lhe os olhos e uma raiva tão grande a crescer-lhe no peito. Ela quase se sentia sufocar. Rafael pensou ter uma visão de um demónio vestido de anjo.
- O que disseste, Lua? - aproximou-se um pouco, só para a poder ver mais de perto e ter a certeza de que não era uma miragem e que era mesmo a sua filha quem a olhava daquela maneira.
- Foste tu que mataste o meu avô! Tu disseste que o matavas se o fosse visitar outra vez. E tu mataste. Tu mataste o meu avô! - começou dar murros nas pernas do pai, o local onde tinha mais fácil acesso, tendo em conta o seu tamanho. Rafael agarrou nos braços de Lua, de modo a fazê-la parar e baixou-se, para a poder olhar nos olhos. A expressão da menina suavizara-se um pouco, mas ainda havia muita raiva naquele olhar.
- Eu sei o que disse, mas não tencionava cumprí-lo, e não me passaria pela cabeça uma coisa dessas. Apenas queria que não voltasses a fugir. Não fui eu que matei o teu avô. Ele estava doente e morreu.
- Mentira! - gritou Lua. Rafael achava incrível como uma criança podia ter já tanta força e convicção. Ele achava que Lua nem sequer tinha noção do que era a morte. Como estava enganado! Apercebia-se agora que devido ao seu desprezo, a Princesa crescera demasiado depressa para uma menina daquela idade. - Eu sei que tu não gostas de mim porque pensas que fui eu que matei a minha mãe. E mataste o avô para te vingares. Agora eu também não gosto mais de ti! - deu esticão, libertando-se dos braços do pai e saiu a correr, sem olhar bem por onde ia.
Rafael ficou na mesma posição, apoiado no cadeirão, chorando. Só agora começava a conhecer a filha que criara e estava tão arrependido! E mais arrependido estava de ter ameaçado matar o avô, dois dias antes. Nunca tivera intenção de o fazer. Apenas se preocupara com o desaparecimento de Lua e cometera um terrível erro ao mostrar-se duro. Chorou por nunca ter dado valor à filha que também era da mulher que ainda amava. Por momentos conquistara-a, para depois a perder, quem sabe para sempre.
Saiu também a correr, na esperança de ainda encontrar Lua a virar a esquina, mas nada viu. Desceu ao piso de baixo, até à sala onde minutos antes tinham tomado o pequeno-almoço, ma apenas encontrou uma empregada a arrumar a mesa.
- Viste a minha filha? - perguntou de chofre e agarrando-a por um braço.
- Não, majestade. Ela voltou a fugir? - não obteve resposta, pois já Rafael ia longe. Subiu novamente as escadas e correu para o quarto de Lua. Bateu à porta, mas ninguém lhe respondeu. Entrou à mesma. O quarto estava vazio, já arrumado. Procurou também no quarto dos brinquedos e na casa-de-banho. Nada. Em passo sempre apressado saiu, fechou a porta e foi ao escritório dos pais. Duvidava que Lua lá estivesse, mas podia ser que os Reis soubessem do seu paradeiro. As lágrimas nos seus olhos já haviam secado e davam lugar agora a uma preocupação crescente. De todas as vezes em que Lua fugira era com o objectivo de visitar o avô. Mas agora que o avô não existia mais, para onde podia ter fugido a sua filha? O castelo era enorme, nem ele lhe conhecia todos os recantos. Sem contar com todos os pomares, jardins, campos e a Floresta. E os estábulos, a casa dos coches, a casa dos empregados... Tantos locais onde a sua filha se podia ter escondido.
Em menos de um minuto estava a bater à porta do escritório dos pais. Foi Paco quem abriu e Rafael nem lhe deu tempo de o anunciar, pois entrou de rompante.
- A Lua desapareceu! - os Reis assustaram-se com a entrada de Rafael e levantaram-se muito depressa.
- O que se passa, filho? - Rafael encostou-se à secretária, ofegante.
- A minha filha fugiu novamente e não sei onde procurá-la. - estava prestes a chorar novamente e teve de se esforçar para não o fazer.
- Fugiu? Tens a certeza? Não está no quarto? E já lhe contaste?- a Rainha passava a mão pelo cabelo do filho, tentando acalmá-lo. Não o viam assim desde a morte de Safira.
- Sim, mãe, a Lua fugiu, não está no quarto e já lhe contei que o avô morreu. Aliás foi por isso que ela fugiu. Acusa-me de ter sido eu a matá-lo.
O Rei olhou-o desconfiado.
- Por que razão ela pensaria isso?
- Não é isso que interessa agora. Ela saiu furiosa do meu quarto e temos de encontrá-la. Sabem como ela é impulsiva e tenho medo do que lhe possa acontecer.
- Então temos de mobilizar toda a gente. - declarou o Rei. - Paco, tu também nos ajudas. - o empregado acenou com a cabeça e saiu, escolhendo um corredor por onde começar a procurar. Os Reis e Rafael saíram também, procurando nos corredores mais próximos. Rafael desceu novamente ao piso inferior, até à cozinha, e gritou a toda a gente que parasse o que estava a fazer, ordenando-lhes que procurassem Lua. Todos se moveram de imediato, cada para seu lado, varrendo todos os recantos do castelo. Rossana era das pessoas mais preocupadas, pois a menina estava grande parte do dia ao seu encargo.
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
2ª Parte do 6º Capítulo "Uma notícia inesperada"

- Senta-te. - pediu o pai, apontando para o cadeirão perto da varanda. Continuava com uma expressão preocupada e enquanto Lua ajeitava o vestido para se sentar, observou a filha com atenção, talvez pela primeira vez na sua vida. Quando a Princesa estava já bem instalada e de olhar expectante cravado no pai, Rafael sentou-se na sua cama. - A tua mãe costumava sentar-se aí todos os dias. E todas as noites. Passava horas a fio nesse cadeirão, a observar a paisagem. Principalmente quando estava grávida de ti.
O coração de Lua deu um salto. Era a primeira vez que o pai lhe falava da mãe. Quando uma vez lhe pedira que falasse da mãe, Rafael permaneceu em silêncio. E no entanto ali estava ele, sem que lhe tivesse pedido, a falar da mulher amada.
- O meu avô diz que a minha mãe era muito parecida comigo... – arriscou Lua.
- Sim, é verdade. A tua mãe era muito parecida contigo, e não estou apenas a falar no aspecto físico. Muitas vezes ages como Safira fazia. Tenho a certeza de que se dariam muito bem. - falava com o olhar distante, como se falasse sozinho e Lua chegou mesmo a duvidar se o pai se lembraria de que ela ainda lá estava. - E onde quer que ela esteja, há-de estar orgulhosa de ter dado à luz uma filha tão bonita.
Lua corou, embora agradada. Nunca pensara receber um elogio do pai. Estava a gostar de estar ali a conversar, sem medos nem pressões. No entanto, a intuição de Lua dizia-lhe que todos aqueles rodeios chegariam a algum lado. Ou estaria o pai apenas a tentar recuperar os anos perdidos. Talvez os avós tivessem falado com ele, como fizeram com ela no dia anterior. Talvez lhe tivessem dito que não devia tratar a filha com tanta aspereza.
- A propósito... - continuou Rafael, agora com um ligeiro sorriso nos lábios e olhando a filha. - Esse vestido fica-te muito bem. Assim pareces a verdadeira Princesa que és.
- O pai também é muito bonito. - afirmou, com a maior seriedade possível. Era o que realmente achava, que por detrás daquelas rugas e daquela raiva toda, o pai era um homem muito bonito.
Rafael riu com gosto, levantou-se e aproximou-se de Lua, mas não muito.
- Já não sou, mas agradeço o elogio. - aproximou-se um pouco mais e ajoelhou-se, para ficar à altura da Princesa. Pegou-lhe nas mãozinhas e a sua expressão tornou-se novamente séria. - O pai tem uma coisa para te contar. - os olhos de Lua pareciam ainda maiores, tal era a curiosidade. Rafael quase perdia a coragem de falar, pois a filha tinha os mesmos olhos da mãe e quase se martirizou por só nesse momento se ter apercebido disso. Sabia que tinham a mesma cor, mas nunca verificara que tinham o mesmo olhar, a mesma expressão, a mesma curiosidade e a mesma determinação.
- O que é? - tinha a voz a tremer, e nem percebia muito bem porquê. Sim, tudo aquilo era novidade para ela, mas tinha de manter a calma, afinal era bom o pai querer ser amigo dela.
Um ano e meio...
"Eu poderia ficar acordada só para te ouvir respirar
Deitada perto de ti, sentindo o teu coração bater
Não quero perder um sorriso
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Consegui!!!
E viva os noivos!!!
Olha que coisa mais linda...
sábado, 16 de agosto de 2008
Mas que raio???...
Peço desculpa por todas estas confusões :P
Bjs (E Ana, obrigada por comentares o post anterior, senão eu ficava na ignorância, sem me aperceber que tinha 3 vídeos iguais com títulos diferentes!!!)
De volta... (Vídeo)
Peço desculpa, mas há legendas que não se conseguem ler... mas dá para perceber a ideia :P
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Marcha Gualteriana
Aqui ficam algumas fotos:
Fotos das férias :D
À partida de Aveiro: Ana Catarina, Su, Sandra e Tibby
O autocarro Aveiro-Lisboa
Su e Tibby, durante o almoço em Lisboa
O nosso "amigo" António Calvário
Já em Portimão... o nosso primeiro gelado (delicioso)
Tibby... apanhada em flagrante :P e Sandra, em baixo
A praia da Rocha
:)
Maluquices...
Ouvi dizer que é grave...
... e pega-se muito facilmente :P (Su)
Tibby e Ana Catarina
Um passeio pela praia... eu, Tibby e Ana Catarina
Rodrigo, filho da Ana e do Rafael
Fofinha, a cadelinha dos tios da Carla (e o tio Júlio ao canto)
Eu bem dizia que não gostava da praia do Vau... o limo pega-se ao rabo :P
Miss praia do Vau
Após mais um dia de praia: Tibby, Sandra, Su e eu(à frente); Ana Catarina, Xana e Renato (atrás)
Um antigo navio pirata
A noite em Portimão: Sandra, Su, Tibby, Renato e eu